quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Vernon encontra Brielle na igreja


Em Goldenville, na Pensilvânia, o jovem fotógrafo Vernon foi convidado a ir na igreja onde sua amiga amada Brielle congrega, tendo sido convidado por Avery, que também é da mesma igreja. Era dia de Natal, e na noite anterior, Vernon estivera na igreja onde ele congrega. 

Vernon, antes do culto, conversou um pouco com Brielle, que apesar de ser muito controlada pelo seu pai, não teve medo de conversar com seu amigo. Entretanto, o pai dela, Nevin, chegou e Brielle evitou falar com Vernon, que ainda assim, foi cumprimentado por Nevin. 

O pastor Sean deu boas vindas ao jovem, e ele ficou sentado em uma fileira ao lado de onde estavam Brielle e seu pai. Vernon também conversou com Avery e Naomi, duas primas, sendo que Avery o havia convidado, mas ela não sabia que Vernon era amigo de Brielle. 

O pastor falou do nascimento de Jesus Cristo, o verdadeiro sentido do Natal, e foi um culto com muitos louvores, e uma cantata natalina feita pelos participantes. Brielle chegou a participar da cantata, e Vernon olhava-a, fascinado. Mas ao término do culto, os dois apenas se cumprimentaram, pois Nevin pôs sua filha no carro e foi embora. 


Vitório, Roberto e Cláudio nos campos da Toscana


 No Natal na Toscana, Vitório e sua mãe adotiva Maria saíram um pouco de Vitalba e foram para um sítio próximo. Ali era um sítio da irmã de Maria, Dona Assunta, que criava um filho adotivo, Cláudio, sendo que ele, assim como Vitório, também era adotado.

Dois dos filhos de Dona Assunta eram Pietro e Irmã Norma, uma freira. Pietro era casado com Zaira, sendo pai de Roberto. 

Durante esse dia, Vitório chegou a brincar correndo nos campos da Toscana, com Roberto e Cláudio. Vitório era alvo de piada por andar descalço, e os dois primos nunca entendiam esse hábito dele. 

Irmã Norma, a freira, cuidava de Dona Assunta, já viúva, e havia sido liberada pelo convento para cuidar de sua mãe. 

Eles foram almoçar, e Maria reclamava com Irmã Norma:

- Esse meu filhote não para de andar descalço, ele tem essa mania até no colégio que ele estuda. 

- Deixe o menino, ele gosta e se sente bem...

- Eu jamais vou aceitar isso...

Vitório estava com seus primos, e dizia:

- Aqui perto morou minha tataravó Lenilda, meu bisavô era filho dela. A irmã do meu bisavô se casou com um brasileiro e foi morar lá numa tal cidade chamada Lagoa da Italianinha, que dizem que foi fundada pelos italianos. 

- Nossa, essa história é verdadeira? - disse Roberto. 

Cláudio disse:

- É verdade, sim, o seu Virgílio, pai de Vitório, contou essa história. Lorenza, a mãe de Vitório, também foi adotada pela minha mãe adotiva, dona Assunta. 

- Caramba, é muita mistura nessa família - disse Roberto. 

Eles conversavam quando foram chamados para almoçar. 

Vinícius chega em Lagoa da Italianinha

 

No Natal, o jovem Vinícius chegou do Rio de Janeiro e voltou para Lagoa da Italianinha. Ele havia estado no Rio estudando medicina, cujo curso se encerrou e ele se formou. Vinícius é natural de Lagoa da Italianinha, filho do ex-vereador Zé Bento e irmão de Vilma e Venâncio. Os pais de Zé Bento foram o Diógenes e a índia Tainá. 

Vinícius é ex-namorado tanto de Wéllia como da irmã gêmea dela, Malu. Na realidade, ele amava Malu e namorava com ela, lá nos anos 2000. Acontece que Wéllia armou um plano para separar os dois, e pouco depois, ele, forçado, namorou com Wéllia. Algum tempo depois, foi para o Rio de Janeiro, onde mora sua mãe, separada de seu pai. Até alguns dias atrás, ele namorava com Dalva, mas terminaram o romance quando ele decidiu voltar para Pernambuco. 

Apesar de ter namorado com Wéllia e com Dalva, Vinícius nunca se esqueceu de Malu. Ele, vez por outra, olhava as redes sociais dela. Animou-se em saber que ela ainda permanece solteira, e foi para Lagoa da Italianinha com duas motivações: abrir seu consultório de medicina e reconquistar Malu. 

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

O Natal de uma família venezuelana

 

Na rodoviária de Lagoa da Italianinha, a venezuelana Fabiana e seus três filhos Emerson Isaías, Eduardo Felipe e Everton Samuel haviam passado o dia por ali, pedindo esmolas. Fabiana e o mais velho Eduardo Felipe pediam juntos, enquanto os outros dois mais novos brincavam. Everton Samuel era o mais inquieto e agitado.

Fabiana, que havia saído da Venezuela por conta da crise no seu país, passou por alguns estados do Norte e Nordeste, até chegar em Lagoa da Italianinha, no agreste de Pernambuco. Longe de seu povo e de sua família, Fabiana e seus filhos viviam mais um Natal sem teto, dormindo pelas ruas e longe de casa. Apesar de sentir saudades de sua terra natal, Fabiana não tem planos de voltar para Venezuela. 

Diferente de outras duas famílias venezuelanas que vivem em Lagoa da Italianinha, Fabiana não quis ir para nenhuma casa ou abrigo. Ela alega que teve terríveis experiências em um abrigo. Seus três filhos também pareciam rechaçar a ideia de estar debaixo de um teto e não saíam de perto de sua mãe. 

Fabiana, além da pobreza, é conhecida por seu jeito um tanto excêntrico. Ela, que por exemplo, anda sempre descalça, quer que seus filhos sigam seu exemplo. Se um deles estiver usando um chinelo, já é motivo para Fabiana puxar-lhe a orelha, e até exigir que ele doe os calçados para outro mendigo. Além do mais, Fabiana, como já foi dito acima, se recusa a viver debaixo de um teto, parecendo gostar de viver pelas ruas. Não trabalha e pede esmolas. Seu sotaque espanhol torna um pouco difícil que ela consiga algum tipo de bico. Fabiana e seus filhos também costumam tomar banho, de roupa e tudo, em um posto de gasolina ou no chafariz da praça. 

Na noite de Natal, passaram ali mesmo na calçada da rodoviária. Fabiana havia conseguido alguns alimentos e dividiu com os filhos. 

Mas a presença deles incomoda um tanto Marlene, a dona da lanchonete da rodoviária e diretora do Terminal. Ela, quando fechou sua lanchonete, disse a um vigia que ficaria naquela noite:

- Tu fica de olho aí nesses venezuelanos, eu não gosto que eles passem a noite aqui. Se eles quiserem dormir na calçada do lado de fora, façam, mas não aqui dentro do Terminal. 

- Sim, senhora. - disse o vigia. 

Marlene foi embora, e o vigia chegou a reclamar com Emerson Isaías e Everton Samuel quando eles foram brincar de correr dentro do Terminal. Os portões da rodoviária costumavam ser fechados às 10 horas, mas nesse dia, fechou-se às 9, e tanto Fabiana quanto seus filhos estavam do lado de fora e passaram a noite ali, enquanto muitos faziam ceias de Natal no conforto de seus lares. 

Natal em Lagoa da Italianinha

 

Noite de Natal em Lagoa da Italianinha e algumas pessoas estavam preparando suas ceias natalinas para comemorar. 

WÉLLIA E MALU 

Numa das casas, Selma quis convidar sua filha Malu para a ceia. Malu não morava com ela, e aceitou o convite da mãe, mesmo que Wéllia, a irmã gêmea de Malu, não gostasse muito da ideia. Wéllia queria a ceia somente com sua filha Alice e com a Selma. 

Malu chegou na casa de Selma, e ela recebeu bem sua filha. Malu disse:

- Eu valorizo muito a família, por isso eu vim. 

- Obrigada, filha - disse Selma. 

Wéllia não estava gostando de Malu por ali. Alice disse:

- Tia Malu, fiquei tão feliz que a senhora veio! 

- Obrigada, queridinha. 

Wéllia disse:

- Bom, vamos jantar, né? 

Selma se sentou à mesa com as suas filhas Wéllia e Malu, e com a Alice. A irmã mais nova de Selma, a Valquíria, que anda sempre vestida de noiva, chegou em seguida, e disse:

- Malu, minha sobrinha querida. 

- Tia Valquíria, que bom te ver!!!

Valquíria se sentou, e Selma disse:

- Cuidado, não vá pagar mico. 

- Nem se preocupe. 

Valquíria comia com as mãos, sem usar talheres, e Malu ria dela. 

ERALDO E SEUS AMIGOS

Enquanto isso, na casa de Eraldo, ele e sua esposa Judilane prepararam uma ceia, onde convidaram algumas pessoas. Eraldo convidou suas irmãs Fabíola, Luana e Lidyanny, além dos amigos Valdenes, Branquinha e Ana Karina, enquanto Judilane chamou sua irmã Jaíne. 

Fabíola, vintage maluca, dizia:

- O ano de 1956 tá chegando! 

Riam dela. Lidyanny disse:

- Essa maluca deveria saber que estamos chegando em 2026, e não em 1956. 

- Infelizmente, não tem outra saída, tem que concordar com ela. 

Lidyanny ainda implicou porque Valdenes estava descalço, e disse:

- Por que esse maluco tá descalço? 

- Ele anda sempre assim - disse Luana. - é o jeito dele. 

- Coisa de maloqueiro, mesmo. 

Valdenes notou que falavam dele, e ele disse:

- Algum problema?

- Nenhum, nenhum - disse Luana. 

Durante a ceia, Eraldo, Luana, Valdenes, Ana Karina e Branquinha trocavam ideias sobre o Café com Cultura. 

MOAB E SUA FAMÍLIA 

Naquela mesma hora, na casa do deputado estadual Moab, ele recebeu a deputada federal Sandra Valéria em sua casa. Moab estava com as suas filhas Josiane, Danúzia, a cadeirante Cíntia e Natália, além do adotado Jefté. Estavam ali também os irmãos de Moab, Nininha, Andy e Ana Patrícia. 

Danúzia dizia:

- Nosso Natal é Natal de verdade, comida cheia na mesa, ser rica é muito bom demais. 

- Coitados dos que sofrem por aí sem comida na mesa... - disse Josiane. 

- Porque não servem pra nada, pobre só faz volume no mundo, ô gente inútil! - disse Danúzia. 

- Não somos melhores que eles - disse Josiane. 

- Somos, sim! Deixe de ser besta!

CÁSSIA E OS MENDIGOS 

Enquanto Danúzia tinha esse pensamento, uma outra pessoa fazia diferente: Cássia saiu de sua casa com uma sacola cheia, surpreendendo seus irmãos André, Niedja, Lúcia e Quitéria. Lúcia perguntou:

- Para onde você vai? O que é isso? 

Cássia disse:

- Com minhas economias, comprei marmitas e vou distribuir entre os mendigos. 

- Sério???? - disse Niedja. 

- Sim. 

Cássia saiu, e encontrou os mendigos Rita de Cássia, Fábia, Jéssica, Gílson, Renata, Andreza, Guilherme, Juliana, Deza, Solange, Maria, Uleuda, Esvalda e as irmãs Gabriella e Hyasmin em um beco, e distribuiu comida para eles. Alguns outros mendigos chegaram depois e Cássia deu comida para eles. 

Fábia disse:

- Cássia, você é um anjo, uma pessoa iluminada. Se lembrou de nós...

- Vocês são pessoas como eu sou, do mesmo modo que eu tenho direito de ter as coisas, vocês também têm! 

Esvalda disse:

- Cássia, eu sei que eu estou super-fedorenta, mas posso te dar um abraço de agradecimento?

- Pode sim, eu me sujo de lama, também, mesmo. 

Esvalda e Cássia se abraçaram. Esvalda já não sabia o que era comer fazia dias, assim como seus outros amigos de rua. 

Pouco depois, a mendiga chique Warlla apareceu e disse:

- Eu não tenho direito de comer nada? 

Cássia disse:

- Claro que sim. 

Cássia deu uma marmita para Warlla, que se sentou e começou a comer. Warlla, por causa de seu jeito arrogante e seu perfil de madame, é odiada por outros moradores de rua. Ainda no meio do caminho, Cássia encontrou a mendiga Priscila, a perigosa, e disse:

- Não vou ganhar nada? 

Cássia disse:

- Claro que vai...

Cássia deu uma marmita para Priscila, que se sentou e comeu. Cássia voltou para sua casa e ainda participou da ceia com sua família, feliz por ter ajudado outras pessoas a não passarem fome naquela noite tão especial. André disse:

- Parabéns, Cássia, pela sua atitude.

Cássia disse:

- Apenas fiz o que era correto... O aniversariante desta noite também distribuiria comida para os pobres, e Ele nos manda fazer isso. Fazer aos pobres é como fazer à Ele. Você que é pastor, sabe bem disso, irmão. 

- Sei, sim. 

O pedido de Cássia

 

Numa certa tarde, Lúcia via sua irmã Cássia dentro da banheira, se divertindo, e em dado momento, Lúcia disse:

- Devia ter tirado pelo menos os tênis para entrar, não acha?

- Deixe estar, irmã. Mas eu quero te pedir uma coisa. 

- O que?

Cássia disse:

- Lúcia, eu quero ser amiga dos moradores de rua da cidade. 

Lúcia, sem acreditar, disse:

- Mas, Cássia, são amizades que você não deve cultivar muito, não sou contra eles, mas você é de uma família rica...

- Mas eu não ligo pra isso, não, irmã. Eu fui favorecida, meu tratamento pode ser pago por vocês, mas eu quero fazer amizade com os desfavorecidos que não têm a mesma oportunidade que nós. 

- Sei não...

- Deixa, vai... 

Lúcia disse:

- Tá bom, mas tenha cuidado com quem tu vai andar. Tem mendigos que merecem até sua amizade, feito Rita de Cássia, Renata, Gílson, Fábia, Juliana, Andreza e Guilherme, mas tem umas perigosas tipo Warlla e Priscila que não valem o que o gato enterra. 

- Não se preocupe, irmãzinha. 

Lúcia saiu do local, e Cássia continuou na banheira, brincando com a água. 

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Jacilene e a máquina do tempo


Numa certa tarde, em Lagoa da Italianinha, os irmãos Eraldo e Fabíola e os amigos Branquinha e Valdenes encontraram uma mulher desmaiada. Era a francesa Jacilene. Pouco depois, chegaram o Joni Von e as italianas Cláudia e Érica, e conseguiram reanimar Jacilene, que acordou e disse:

- Onde estou?

- Ué, na praça principal em Lagoa da Italianinha. - disse Valdenes. 

Jacilene olhou os sete, de uma forma estranha. Fabíola disse:

- O que tu tem, moça?

- Não sei, tô vendo coisas que... eu vim de Vila Rica, e tô vendo coisas estranhas aqui. Que lugar é esse?

- Vila Rica não é a atual Ouro Preto? 

- Ouro Preto? Sei desse nome, não! - disse Jacilene. 

Valdenes disse:

- Olha, tu está em Lagoa da Italianinha, estado de Pernambuco, país Brasil. Pegou? 

Jacilene disse:

- Me perdoem, mas eu sou de Vila Rica, nasci em 1752 na França e me chamo Jacilene. 

Joni Von disse: 

- Pronto, Fabíola, outra doida feito tu que pensa que tá no passado. 

- Estamos no presente, seu maluco, no ano de 1955. 

- Nós estamos em 2025! - disse Branquinha. 

Jacilene disse:

- Parem com isso, estamos em 1795.

Cláudia disse:

- Cosa succede????

- Io non capisco niente! - disse Érica. 

Jacilene percebeu que Branquinha mexia em um celular, e disse:

- O que é isso na sua mão?

- Um celular! 

- E pra que serve esse troço? 

- Aqui faço ligações, falo com as pessoas, mando mensagens...

- Mensagens????? Onde eu moro a gente manda mensagem escrita. 

Jacilene viu ainda carros, e ficou pasma. Ela disse:

- Esses carros são tão estranhos... onde moro é tudo puxado a cavalo. 

Valdenes disse:

- Tu está falando essas coisas, tu tá parecendo a louca da Fabíola. 

- Eu quero voltar pra Vila Rica!

Pouco depois, chegou o cientista Eugênio, que ao ver Jacilene, disse:

- Finalmente, te encontrei. Vamos embora!

Cláudia disse:

- Che é questa donna? 

Eugênio disse:

- Eu inventei uma máquina do tempo, e acabei trazendo ela do século XVIII. 

- Sério???? E eu pensando que era uma doida feito Fabíola! - disse Valdenes. 

- Para de falar de mim, Valdenes. 

Érica disse:

- Mamma mia!!!! 

Eraldo disse:

- Vamos registrar esse momento, tirar uma foto. 

- O que é foto? - disse Jacilene. 

- É uma coisa muito legal! Não precisa ter medo, ok? 

Eraldo, Fabíola, Branquinha, Valdenes, Jacilene, Cláudia, Érica e Joni von posaram para foto, tirada por Eugênio. Jacilene viu a foto e disse:

- Que legal...

-Tiramos foto com a francesa do século XVIII, quem ver não vai acreditar - disse Valdenes. 

- Vamos embora, Jacilene. 

Eugênio levou Jacilene para sua casa, e colocando-a na máquina do tempo, mandou-a de volta para seu século de origem. Eraldo dizia:

- Eugênio e suas invenções malucas...

- Será que essa mulher é do século XVIII mesmo ou é uma atriz se fazendo? - disse Branquinha. 

- Quem sabe? - disse Valdenes. 

Voltando em Vila Rica em 1795, a pianista Regina, preocupada, disse para Jacilene:

- O que aconteceu, porque sumisse?

- Acredita que fui entrar dentro de uma máquina e parei em um lugar estranho, lá em Pernambuco, com carros movidos a motos, um tijolo nas mãos onde se mandava mensagens, e sete pessoas que estavam vestidas de uma forma tão estranha? Tinha uma mulher que parecia ser mais ou menos da época de hoje, mas tinham três homens com camisa e calça diferentes, um deles descalço, tinha três mulheres, uma com camisa e calça, que falava português, outra de camisa e calça que falava italiano, e outra de vestido que também falava italiano...

- Que loucura. Mulher com camisa e calça não existe, nós só usamos vestidos! 

- É verdade, Regina. Mas foi louco demais, eu não entendi foi nada. 

- Descanse, você tá cansada. 

- Vou mesmo, estou acabada. 

Jacilene foi para o seu quarto dormir, e Regina dizia:

- Jacilene anda vendo coisas...

Danuzia tenta humilhar Sayonara

  Praça 27 de Dezembro, Lagoa da Italianinha. 9h da manhã.  Sol batendo no banco da praça e cheiro de café vindo da padaria. No banco, Sayon...