Tudo começou porque Lívia foi rejeitada por sua família, que jurava fidelidade ao fascismo. Lívia era contra o regime e denunciava os horrores da época.
Ela foi expulsa de casa pelos próprios pais em 1930. Ela tinha 37 anos - nascera em 1893 -, e foi parar nas ruas de Milão.
Lívia passou nove anos morando nas ruas, e foi internada em um hospício em 1939. Ela foi internada quase ao mesmo tempo que Tia Sandra e Veronilda, e as três formavam um trio inseparável.
Diferente da Tia Sandra, que nutria um amor por sua sobrinha Lanie, Lívia não queria saber de sua família. Médicos do hospício alegavam que Lívia perdeu a lucidez por ter passado anos nas ruas, rejeitada por sua família. Das três, somente Veronilda nunca morou nas ruas, pois Tia Sandra passou dois anos nas ruas de Verona.
Mesmo com tanto sofrimento, Lívia era conhecida por ser engraçada, e até ás vezes atrapalhada. Tia Sandra também se divertia bastante com ela.

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