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| Duas irmãs sorridentes escondendo uma rivalidade, Malu e Wéllia. |
- Credo, nem pra festa, tu vem arrumada?
- Deixe eu ser quem eu sou, eu gosto de ser assim.
- Por isso que é uma songa monga.
Malu disse:
- Vai começar de novo?
- Não, hoje é o dia de fingir que gosto de tu.
Malu e Wéllia recebiam os cumprimentos. Alice, a filha de Wéllia, deu um abraço em sua tia, e Wéllia ficou enciumada.
O comportamento de ambas era diferente: enquanto Malu sorria e esbanjava simpatia, Wéllia pouco sorria e destratava os garçons que seriam drinks. A mãe delas, Selma, embora amasse as duas, tinha uma preferência por Wéllia, por ser uma "madame".
Wéllia ficou ainda incomodada porque viu que a maioria dos homens na festa cortejavam Malu. Geisy, a amiga de Wéllia, que estava na festa, disse pra ela:
- Que tu tem, Wéllia? Que cara é essa?
- Olha isso. Eu sou mais bonita e elegante que Malu e ficam uns bestas olhando mais ela do que eu.
- Ela é bem carismática...
- Oxe, de que lado tu está, Geisy?
- Do teu. Mas tenho que afirmar que ela é carismática, isso não quer dizer que eu esteja contra tu.
Deram os parabéns, e elas agradeceram. Malu, porém, não ficou na festa. Pegou vários pedaços de bolo e foi levar para os moradores de rua Rita de Cássia, Fábia, Gílson, Renata, Andreza, Guilherme e Juliana.

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